Mário Montini escreve desabafo sobre os ‘falsos críticos’ do Thermas dos Laranjais
O advogado, economista, escritor, corretor e conselheiro do Thermas dos Laranjais, Mário Montini, escreveu um desabafo intitulado “Tentativa de Aborto”, acerca do clube.
“Às vezes tomamos conhecimentos de falácias publicadas por órgãos de imprensa que nos causam uma imensa tristeza, tal a pobreza de espírito daqueles que se sentem incomodados com a desenvoltura de pessoas idôneas que, por anos de labuta, construíram o ícone do desenvolvimento de nossa Cidade Menina Moça”, inicia Mário Montini.
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“De fato, quando não permitimos que as idéias das pessoas sejam expressadas, quando não permitimos que algo equivocado seja divulgado aos interessados, quando não damos a devida atenção aos anseios de alguns empolgados, estamos impedindo que a boa desenvoltura, o interesse, a confiança seja manifesta, ou seja, estamos deixando de ouvir as pessoas para aparar as próprias arestas das nossas ações.
“Talvez esses fatos não nos pareçam importantes, mas se não colaboramos para o bom entendimento, através do diálogo, valorizando as boas idéias, as opiniões, andamos pelas vias do egoísmo, praticando o abortamento das oportunidades de crescimento e harmonia.
“Ocorre que as boas ideias, as grandes realizações sempre exigiram um tempo para acontecer, um tempo que se faz natural para que as coisas amadureçam e venham a frutificar no tempo certo.
“É assim que se dá com a formação da vida física, do corpo humano, que requer um tempo determinado para que o corpo se forme e possa vir à luz.
“No entanto, o que se vê dos ataques irrogados contra a administração do Thermas é uma flagrante tentativa de aborto daquilo que foi construído sob o incansável zelo do senhor Benito Benatti, um extraordinário visionário que concebeu, criou e trouxe à população de Olímpia o sucesso empresarial e econômico de um modo geral, fazendo com que a empregabilidade fosse o carro mestre desse sucesso.
“Toda a concepção do Thermas foi riscada pelas mãos de um competente Arquiteto, o Engenheiro Jorge Noronha, o qual, por sua singular sapiência e inegáveis conhecimentos técnicos, fez a beleza incomparável da estrutura patrimonial que se expande pelo mundo através das fotos dos nossos turistas.
“É lamentável que os atos do Presidente que “fez” o Thermas com a genialidade do seu Engenheiro Arquiteto, seja alvo de ataques daqueles que não possuem qualquer conhecimento técnico para afirmar que a estrutura não atende aos seus objetivos. Objetivos esses, digam-se, cada vez mais exigíveis porquanto o crescimento da demanda de turistas para conhecer a exuberância do nosso Clube.
“As atitudes de ataques, com a devida vênia, são ações que parecem buscar o abortamento daquilo que foi construído a duras penas, sejam as “penas” dos traços do Jorge Noronha, sejam as “penas” sofridas pelas ausências do senhor Benito Benatti do convívio familiar, sejam as “penas” sofridas por inúmeros trabalhadores que colocaram em prática as então “mirabolantes ideias” de construir um Clube de primeiro mundo.
“Tudo o que se vê em questão de atos da administração do Thermas está perfeitamente conforme os seus Estatutos Sociais, inclusive quanto a locação dos seus espaços. O Thermas não é órgão público que demande licitação para contratar. A Executiva do Thermas possui a discricionariedade de dispor dos espaços conforme lhe convém, e, por mais lógico, não seria concedendo espaços de exploração comercial para quem jamais fez algo pelo Thermas, jamais contribuiu quando o Clube era apenas uma “idéia mirabolante” de um empresário de sucesso.
“Não seria lógico que a administração do Clube não privilegiasse aqueles que foram por anos sustentáculo moral e material para a consolidação do melhor Clube da América Latina. Só faltava conceder espaços ou contratar profissionais que “se acham” em direitos e são os “salvadores” do Clube quando tudo está praticamente pronto.
“É deveras preciso dar uma chance às boas ideias, às opiniões construtivas, para que a vida se faça pelas boas realizações de cada dia, na construção conjunta de um Thermas melhor, porém, não serão ataques de pessoas que desconhecem os próprios Estatutos Sociais do Clube que farão por merecer o beneplácito de conduzir aquilo que já está pronto e que há dez, vinte anos, não botavam fé. Aliás, será que estavam aqui para conhecer a história de como foi construído esse Clube que tanto almejam (agora) a administração?
“De boas ideias o inferno está cheio”, diz o adágio popular, mas, permitimos e respeitamos o espaço das pessoas que convivem conosco, ouvindo com atenção as suas ideias e respeitando suas opiniões, acreditando que estamos no rumo certo para a destruição do egoísmo, a fim de evitar, principalmente, o “aborto do Thermas”.
Mário Francisco Montini, Conselheiro do Thermas
Assunto(s): Thermas





Meu amigo advogado, Mario Montini. Bom dia! Tudo bem?
Independente da sua condição de conselheiro do Thermas dos Laranjais, sei que faria este dasabafo, também como cidadão comum, por questão de justo reconhecimento.
Por concordar com suas palavras em ” genero, numero e grau”, trancrevo por semelhança, um poema publicado no livro O Arco Íris das Poesias, de minha autoria:
Empreendedor Eficaz
Dirige este clube
Radiante e atraente
Um grande empreendedor
Benito – o presidente.
Sempre com novidades
Procura sempre agradar
A todos frequentadores
Com lazer e bem estar.
A cada dia que passa
Os projetos bem planejados
Contribuem para que sonhos
Sejam concretizados.
Seus feitos admiráveis
Por todos reconhecidos
Tornam o nosso Thermas
Dentre outros preferido.
(tema : Clube Thermas dos Laranjais – página 27).
“O pior cego é aquele que não quer ver”
PS: Montini, aproveito-me deste espaço agradecendo o acróstico, de sua autoria, que me dedicou. Se possível, envie-o ao blog para ratificar o que afirmo, quanto ao seu elevado grau de reconhecimento aos feitos alheios.
Abraços do amigo,
Luiz Augusto da Silva – poeta.
Sobre abortos imaginários
Agora sim, o bom debate. Em que pese o texto do Conselheiro Mário Montini (Folha da Região, 20/02/10), que tem há anos nossa amizade e admiração pela conduta e competência, estar eivado de incorreções e leitura superficial dos textos, Estatutos e da própria realidade.
Iniciando com os textos aos quais claramente faz alusão, vai de pronto um desafio: tente o leitor encontrar em qualquer deles um só ataque nosso, do Movimento Renovação, à pessoa do Senhor Benito Benatti, seus auxiliares, ao Thermas ou a quem quer que seja. As críticas publicadas são e serão, sempre, as sínteses das opiniões de quem não tem canais competentes de d-i-á-l-o-g-o.
Ainda, para que se enriqueça o debate, seria de muito proveito que, ao responder às críticas dos profissionais que “se acham”, algum contraponto lógico se lhes associasse. Mas, como nunca os há, fica a dúvida se sequer entendem as colocações publicadas. Se, ao contrário, não há nenhum interesse em responder, é um direito inalienável dos prejudicados a grita nos limites da civilidade. A plataforma da Renovação: Turismo, Transparência e Competência, por si, exclui totalmente a covardia.
Quanto aos Estatutos Sociais, praticamente a Lei máxima de conduta de “todos” os dirigentes do Clube, tem sido, lamentavelmente, posto de lado de maneira criteriosa e com intensidade crescente. Afinal, está lá escrito em seu Cap. XI – DO BAR E RESTAURANTE – art. 68 – § primeiro: “Quando se conceder a exploração do bar por arrendamento, far-se-á por meio de concorrência e respectivos editais.”. Para não ficar no exemplo único, no Cap. XIV – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS – art. 92 – § primeiro: “Toda despesa que exceder a 30 (trinta) salários mínimos deverá ser precedida de Tomada de Preços, e as que excederem à importância equivalente a 1.000 (um mil) salários mínimos, de Concorrência Pública.”. § segundo: “Qualquer despesa que exceder 1.500 (um mil e quinhentos) salários mínimos só poderá ser feita mediante autorização do Conselho Deliberativo.”.
Se querem mais, sugerimos a leitura criteriosa dos tais Estatutos para que se recoloque o Clube no bom caminho legal. Como legal devem ser os estudos, de altíssimo custo, dos “novos” Estatutos Sociais, em gestação interna por seleto grupo de notáveis há mais de ano e, estranhamente, guardados a sete chaves de seus sócios proprietários que, claro, os pagaram efetivamente. Que tal a convocação “estatutária” de uma Assembléia Geral Extraordinária, devidamente publicado e dado conhecimento do Estatuto proposto com 30 dias de antecedência, para tratar deste assunto vital para o Clube? Que tal reconduzir desta forma o Clube à situação de legalidade, frente ao Código Civil Brasileiro? A Chapa Renovação lá estará a postos para dar sua contribuição.
Quanto à construção do Clube “a duras penas”, só podemos concordar. Afinal, foi realmente dureza aos sócios desembolsar religiosamente os valores lá empregados, principalmente enquanto não contava com as grandes contribuições do Turismo, este maná que cai em Olímpia. Louváveis também as contribuições iniciais efetivas da Prefeitura Municipal de Olímpia e de gente abnegada, como, por exemplo, o Sr. Kanachiro. Mas, na falta de espaço aqui, não vamos comentar dos “custos reais” (para os sócios!) destas obras, principalmente quando se assiste ao festival de constrói-quebra-reconstrói-etc… Como já deve estar muito claro, cá estamos há muito tempo nobres Conselheiros!
Agora cumpre colocar, novamente, até que a grande maioria dos sócios finalmente entenda com toda clareza, as preocupações e objetivos do Movimento Renovação.
Nosso grande e indelével objetivo é o “BEM MAIOR” do Clube Thermas. Neste, que fique definitivamente claro, fazem parte visceral os Sócios – seus reais proprietários–, o Turismo crescente em qualidade e quantidade, efetivo gerador do progresso de Olímpia, e a Transparência a que teria direito uma sociedade de fato; e nesta temos mais de três mil sócios, só na categoria “proprietários”!
Este “bem maior” significa, em essência, a perpetuação do Thermas, com seu sucesso mercadológico.
A insinuação de que pretendemos o “aborto” deste mega empreendimento “de um homem só (!)”, a contrapor esta atividade ilegal, imoral e abjeta nunca preconizada por nós, já há muito tempo alertamos o Presidente, por escrito, de que há sim um sério risco: um “apagão mercadológico” do Thermas. Infelizmente, tal fato veio a ocorrer pela lacração — ainda muito mal explicada — dos poços profundos. Infelizmente, ainda persistem grandes chances de novamente ocorrer, mas por motivos de absoluta incapacidade de gestão turística integrada. Se quiserem uma apologia desta situação, é o caso do criador matar a própria criatura. Mesmo que seja pelo excesso, e não a falta, de zelo e “apego”. Este sim de egoísmo atroz. Grandes empresas brasileiras e internacionais aí estão a exemplo. Só para citar duas: Sadia e Gradiente. As principais causas: amadorismos na gestão.
O “bem maior” é, portanto, um olhar à frente: realista, não romântico, idealista, não ufanista; acima de tudo, responsável!
Meu caro Conselheiro, e também seus pares que comungam desta visão algo míope, nem sempre necessariamente deturpada por objetivos menores, a responsabilidade que têm sobre seus ombros é imensa. Afinal, toda uma cidade está à mercê de suas opiniões, decisões e votos que, lembrem-se, ficam registrados… para sempre. Como registrado está a confirmação do autor da concessão comercial privilegiada aos considerados “sustentáculos morais” do Clube. Critérios? Deixe prá lá!
Esta responsabilidade, em contraponto, também o Movimento Renovação assume em nossos posicionamentos.
Conhecendo muito dos dois lados, das pessoas e das equipes, dos seus objetivos, sinceramente, estamos melhores nesta “o-p-o-s-i-ç-ã-o” responsável. O jogo democrático, jogado até o apito final de cada etapa, a seu tempo, mostrará a razão. E que vençam o Thermas e Olímpia, sempre!
Movimento Chapa Renovação: Turismo, Transparência e Competência.
http://www.thermasclube.com.br