Severínia completa 98 anos: história de conflitos e até de identidade
Ontem, 19 de fevereiro, o município de Severínia completou 98 anos e, como bem frisou o vereador Ulysses Terceiro em seu Facebook, “com muitas discórdias em torno dos fundadores e até do nome que ela leva”.
Mesmo assim, à beira do primeiro século de existência, os severienses buscam o desenvolvimento e se firmam como uma das mais promissoras cidades da região. Em comemoração ao aniversário de Severínia, a Escola Esmeralda realizou na última sexta (17), a já tradiocional Hora Cívica com a presença e participação de todos os alunos da U.E. ,com o hasteamento de bandeiras Hino Nacional Brasileiro e o Hino do Município de Severínia, informa a diretora Olga Paro em seu blog.
Segundo a escola e seus professores, além dos conteúdos curriculares,esses momentos são valiosos para os alunos, pois resgatam valores importantes na formação do cidadão.
HISTÓRIA
Severínia foi fundada por José Severino de Almeida e seus filhos, proprietários da fazenda Bagagem, situada nas terras de Olímpia e dedicada à criação de gado e ao cultivo de café.
A formação de seu núcleo esteve ligada à passagem da Companhia de Estradas de Ferro São Paulo–Goiás, futura Companhia Paulista de Estradas de Ferro, pela região.
Em 1913, no trecho entre Bebedouro e Olímpia, foi inaugurada a estação Monte Verde, fazendo apenas uma pequena parada nas terras da fazenda Bagagem. Os fazendeiros das redondezas formaram, então, uma comissão junto à companhia ferroviária para pleitear uma estação própria naquela parada. Sua construção foi custeada por José Severino de Almeida, que também havia sido responsável pela doação de terras à formação do patrimônio de São José de Severínia, em 19 de fevereiro de 1914.
No entanto, a estação recebeu, inicialmente, o nome de Luís Barreto, que acabou se estendendo para todo o antigo povoado. ![]()
Em 1º de dezembro de 1921, foi mudado para Severínia, em homenagem a José Severino de Almeida, ano em que foi criado o distrito que também levava esse nome, com sede no povoado de Luís Barreto, no município de Olímpia.
A denominação do distrito foi alterada por mais duas vezes: em 14 de fevereiro de 1931, para Luís Barreto e, em 20 de setembro de 1938, retornando para Severínia.
Em 30 de dezembro de 1953, tornou-se município autônomo. O Santo Padroeiro é São José, que é comemorado no dia 19 de março.
Os limites do município são os municípios de Cajobi, Olímpia, Barretos, Colina e Monte Azul Paulista. A bacia hidrográfica é composta pelos córregos; Pau d´alho ou São Gabriel (norte) e Baixão – das Palmeiras ao (sul) – Olhos d´agua e dos Pretos a (noroeste) – Bambu ou Ouro e Barreiros a (leste) e Matadouro ou do Alípio ao (sudeste). O rio cachoeirinha é o mais volumoso e corta o município em toda a sua extensão.
Severínia é um município em fase de desenvolvimento, com fortes tendências a ser um grande município, promovendo divisas e arrecadação para o país e para o Estado; uma vez que a atual gestão se preocupa com a evolução da mão de obra especializada e produtiva, além de promover a vinda de empresas, buscando os incentivos propostos.
HINO DO MUNICÍPIO DE SEVERÍNIA
Rica de um povo fiel e audaz
Terra de gente feliz
De tradições gloriosas, tu és
No horizonte reluz
Com tua alma fraterna e leal
Harmonia e paz é teu lema
Severínia de um povo lutador
Garra, coragem e muito amor
Oh! Terra amada
Terra adorada
Oh! Severínia de um povo gentil
Oh! Severínia tão grandiosa
Tu é o rogulho do Brasil
Letra: Ariane Iési e Larissa Domingues
Música e Arranjos: Walter Primo Demite
Assunto(s): Severínia






o aniversário de severinia de 98 anos foi ontem dia 19/02/2012. coloca coisas de verdade.e á proposito seu novo site(blog) ficou orrível em todos os sentidos.
Primeiro, obrigado pela correção. Depois, aprenda a escrever… Horrível é com H.. Depois, quem pediu a sua opinião? Faça melhor. Vc é um dos 9 mil leitores por dia do site… quis ser engraçado, se ferrou.
Severínia é com certeza uma das cidades com maior potencial de crescimento não só na região, como também do Estado. Devido a sua arrecadação tem uma das maiores rendas percapita do Estado, porém o coronelismo imposto por meio da política nesses 98 anos não criou divisas para todos, apenas para algumas famílias, que até hoje direta ou indiretamente se revezam no poder. Eles não trazem empregos, apenas abrem vagas na prefeitura, apenas mais uma forma de ter as pessoas em suas mãos, ganhando pouco e sem liberdade. Trazer uma empresa pra cidade significa dividir influência como o empresário que terá centenas de funcionários, então se depender deles isso nunca irá acontecer. Outro ponto é a do enriquecimento por meio de imóveis (loteamentos) e casas de aluguel. Desde o início essas pessoas no poder usam da Prefeitura para fazer loteamentos particulares. Eles vendem caro e não investem em infraestrutura, deixando para o dinheiro do povo bancar o asfalto, iluminação pública e reservatórios de água. A população de minha amada Severínia é simples e não percebe o curral em que estamos, sempre dominados por meia dúzia de pessoas inescrupulosas, que só querem o poder para se sentir mais importantes que o restante do povo e lucrar cada vez mais com seu loteamentos irregulares. É hora de mudança, de liberdade. Severínia precisa de casas populares, loteamentos populares e empresas. Nada, além disso, garantirá um futuro melhor e merecido para minha gente.
Casas populares como disse acima, não sei se é solucão. Loteamentos irregulares ou não, casas populares, de modo desenfreado, com a intensão de aumentar a poulação e dizer que a cidade é uma das mais prósperas da Comarca é pura hipocrisia. Penso qque solução é viabilizar desenvolvimento social e parar com enganação. Serve para Severíia e também para o Legislativo de Olimpia que até hoje “não caiu a fixa” sobre a questão OLIMPIA X BAGUAÇU!
Caro Wilson Emilio da Silva, quanto a realidade de Severínia, mil casas populares não iria aumentar a população, apenas tirar de dentro da casa de pais e avós, famílias que estão morando de favor. Proporcionar a casais que tem filho e não moram juntos por não ter acesso a casa constituirem suas famílias. O desenvolvimento de Severínia depende não só de casas, empregos, programas sociais e programas para fomentar a industria, mas também humanização e descentralização de poder.