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Vandalismo ou ameaça? Portão da casa de repórter é pichado com tinta branca

Publicado em 29 de junho de 2010 às 9h02
Atualizado em 29 de junho de 2010 às 9h02

* Enquanto o repórter estava trabalhando na Câmara Municipal, ontem à noite, o portão preto de sua residência era alvo: jogaram lata de tinta branca nele.

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Há muito tempo, venho denunciando o ‘bullying’ que eu e minha família estamos sofrendo, principalmente de menores de idade. E de forma gratuita, que se torna cada vez mais intensa e, agora, culmina com esse ato de barbárie no Jardim Luiz Zucca, popular Cohab II.

Por diversas vezes, chamei a Polícia Militar, mas sem a identificação dos responsáveis fica difícil. E o que fazer se são menores de idade? A lei passa a mão na cabeça deles. Para a lei, eles são ‘incapazes’, pobres coitados em fase de crescimento. Neste caso, com certeza, há maiores envolvidos e, mais certeza ainda, drogados.

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.

Vivemos tempos de insegurança, onde o respeito aos mais velhos, o respeito à coisa particular ou pública (não jogaram sabão em pó na nova rotatória com fonte luminosa inaugurada na semana passada?), são atitudes desconhecidas. Tempos de drogas, violência, falta de educação e civilidade. O que fazer?

Precisamos desempenhar o papel de polícia, de investigador, já que para elaborar um Boletim de Ocorrência é preciso apontar suspeitos. Quais suspeitos? Os ‘pequenos marginais’ que atormentam a mim e à minha família, inclusive altas horas da noite? Os pais que os liberam para, nas ruas, cometerem toda a sorte de crimes? Os marmanjos que consomem drogas, os que fazem ‘rachas’ nas avenidas?

E o que fazer se identificá-los? Se forem menores, levá-los à autoridade policial para, em seguida, serem acariciados e soltos? Complicado, né? Fica aqui o registro da barbárie e a indignação de um trabalhador, pai de família e vítima da ação de marginais, sejam eles pequenos ou grandes.

***

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7 comentários

  1. Luiz Augusto da Silva disse:

    Lamentável…

    Meu amigo Leonardo, que saudades do tempo de outrora…

    Fatos como este ressultava em uma ” bela ” surra com vara de amora.

    Pelos policiais? Não… Pelos pais… Mas, atualmente, não se pode mais.

    “Que saudade do meu tempo de criança que ainda tenho à lembrança”.

    Mas agora…A proteção da criança e do adolescente, muito nobre, mas tornam os pais impotentes. Nada pedem fazer quando os filhos menores sâo delinquentes.

    Sei lá aonde vamos parar.

    Abraços, na esperança de dias melhores,

    Luiz Augusto da Silva – poeta.

    • Exatamente. Mas, não estou preocupado, nem com o portão, nem com os fatos. É preciso ter pena, mesmo, sejam pequenos ou grandes. Marginal é sempre marginal. O destino deles, se continuarem agindo dessa forma, não será outro, senão a própria desgraça.
      Obrigado.

  2. Luiz Augusto da Silva disse:

    Nada podem fazer…são…

  3. Eduardo disse:

    Lamentável, fico aqui pensando como será o mundo daqui algum tempo, minha filha tem apenas 2 anos, sei da minha parcela na sociedade em educar e mostrar a minha filha os deveres de um verdadeiro cidadão, acredito Concon que nós seres Humanos como tudo na vida gera em torno de regras, o dever do governo é impor estas regras, o nosso papel é denunciar, não podemos nos calar, infelizmente temos alguns governantes que acham que uma “criança” de 13 anos não sabe o que faz, concordo que a punição deve ser diferente mas, jamais não haver punção, crime é sempre crime !

  4. jcassio disse:

    Caro amigo na minha opiniao trata-se de algo pessoal com certeza. Infelizmente hj nos nao temos aquele policiamento 100% entao vamos denunciar. Sugestao de melhor policiamento – Guarda-Civil Municipal gente na rua atras desses bandidos.

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