Rádio Menina deixa ouvinte xingar o DAEMO e seu diretor Valter Trindade até com palavrões

Publicado em 15 de março de 2010 às 13h29
Atualizado em 15 de março de 2010 às 13h35

* A Rádio Menina foi criada Decreto nº 85.888, de 8 de Abril de 1981, para fins ‘educativos e culturais’. Nem um, nem outro, são aplicados hoje.

Valter Trindade Dentro de sua linha que se quer passar por ‘polêmica e crítica’ ao atual governo municipal, a Rádio Menina AM, concessão pública para “finalidades educativas e culturais, visando aos superiores interesses do País e subordinada às obrigações instituídas”, contraria o dispositivo legal desta concessão ao abrir espaço para ouvintes, que sequer suas identidades são conferidas, que ofendem as instituições e as pessoas que nelas trabalham.

Foi o caso de uma ouvinte que, aos berros, xingou hoje o DAEMO (Departamento de Água e Esgoto de Olímpia) e o seu diretor-superintendente Valter Trindade. Ela classificou a autarquia como ‘putaria, bagunça’, e na mesma falta de educação e respeito atacou Trindade, dizendo que “o DAEMO só andou para trás depois que esse homem veio para Olímpia a convite do prefeito Geninho Zuliani’, além de atacá-lo também com palavrões, como ‘sem vergonha’.

A ouvinte reclamava que recebeu aviso de corte de água quando, segundo ela, a conta estava paga há duas semanas. Disse que o marido foi maltratado por funcionário que o atendeu, por telefone, quando foi tirar satisfações da cobrança.

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2 comentários

  1. Murilo Esteves disse:

    O marido dela deve ter ligado tirando satisfação da msm forma q ela deu esta entrevista na rádio né… pq em qq lugar se vc realmente pagou a conta, é só levar o comprovante q td ta resolvido, aposto q isso não foi feito né… qq lugar pode existir erro, é só provar q não deve q está td resolvido… além de q isso pode ser td mentira tb, só para ter algum motivo para atacar o que e quem eles tem interesse de atacar…

    Abraços

    Murilo Esteves

  2. Luiz Augusto da Silva disse:

    Sem trocadilhos! O contexto desta matéria mostra que as coisas vão por águas abaixo.

    Abraços, do poeta olimpiense,

    Luiz Augusto da Silva.

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