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Produtor rural começa hoje a vacinar gado contra aftosa e pagará 12% a mais por dose

Publicado em 01 de novembro de 2010 às 6h41
Atualizado em 01 de novembro de 2010 às 6h41

gadoComeça hoje a Campanha de vacinação contra a febre aftosa e até 30 de novembro os pecuaristas vacinar o seu gado. Diferentemente do que ocorreu na primeira etapa da campanha, em maio, quando apenas os animais com 24 meses de idade foram vacinados, agora todos os bovinos e bubalinos devem receber a dose contra a febre aftosa. Em Olímpia, são mais de 6 mil cabeças.

A novidade para os produtores rurais nesta etapa é o preço da dose que subiu, em média, 12% em relação ao preço praticados em maio. Os pecuaristas devem apresentar o comprovante da compra da vacina até o dia 7 de dezembro. O rebanho total paulista é da ordem de 11,5 milhões de animais, distribuídas em 150 mil propriedades.

ORIENTAÇÕES

A campanha de vacinação a partir deste ano passa a ter como objetivo aperfeiçoar a aplicação da dose para que seja feita da melhor maneira possível com orientação do pessoal da CDA para que os produtores mantenham os frascos com vacinas em recipientes com gelo e também para que esses recipientes não fiquem expostos ao sol a fim de assegurar a eficiência do produto.

Outra orientação é para que o animal receba a dose na tábua do pescoço e que a agulha usada na aplicação seja substituída com alguma frequência a fim de impedir a formação de abcessos e lesões mais graves, principalmente, em áreas de cortes nobres.

As vacinações assistidas serão marcadas com antecedência em propriedades onde há intensa entrada e saída de animais, em fazendas onde os proprietários não cumpriram as exigências da campanha na etapa posterior ou que foram denunciadas de não fazer a vacinação por outros produtores rurais.

Também vão receber atenção especial as propriedades rurais próximas a frigoríficos, recintos de exposição, leiloeiras e aeroportos.

PREÇO

O preço da dose da vacina também vai surpreender os pecuaristas que forem adquirir o produto a partir do dia 1º de novembro, quando as vendas vão ser liberadas. Na primeira etapa, em maio, a dose custava R$ 1,15 ao produtor e agora vai sair entre R$ 1,25 e 1,30, entre 11% e 13% a mais.

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