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Olímpia já pode licenciar empreendimentos de baixo impacto e prefeito quer expandir para municípios da UMVARIG e Bacia do Turvo

Publicado em 24 de novembro de 2010 às 23h54
Atualizado em 24 de novembro de 2010 às 23h54

O município de Olímpia assinou hoje à tarde (quarta, 24) convênio com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB, que lhe transfere o licenciamento ambiental de empreendimentos de baixo impacto local.

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Olímpia está situada na bacia do Rio Grande e, com a sua adesão ao programa de descentralização do licenciamento implantando pela CETESB, passa a ser a segunda Unidade de Recursos Hídricos do Estado (UGRHI) com o maior número de prefeituras conveniadas com a agência ambiental.

Além de Olímpia, Barretos e Colina assinaram convênios municipalizando o licenciamento. Ao todo, 38 municípios já aderiram ao programa e outros 50 negociam a assinatura de convênios com a CETESB.

Trata-se de mais um dado positivo na agenda ambiental paulista, aumentando as parcerias com as prefeituras para uma melhor gestão compartilhada das atividades geradoras de poluição.

O prefeito Geninho Zuliani (DEM), que também preside a União dos Municípios do Vale do Rio Grande, quer difundir esta experiência entre as 21prefeituras que integram a UMVARIG, por considerar um avanço na pauta ambiental dos municípios, que desde a adesão da totalidade dos 645 municípios paulistas ao Programa Município Verde e Azul da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, desenvolvem esforços para promover uma gestão ambiental sustentável que lhes facilitam o acesso à linhas de crédito específicas para projetos ambientais.

“A parceria com o órgão ambiental vem num momento muito importante para o município, quando estamos prestes a solucionar o grave problema da destinação final dos resíduos gerados no município, com a aprovação de um projeto de lei que autoriza a implantação de um aterro sanitário em Olímpia, resolvendo o problema do lixo por um período de 20 anos”, afirmou Geninho.

Atualmente, Olímpia gera próximo de 20 toneladas de resíduos domésticos por dia e gasta em torno de R$ 180 mil para recolhê-lo e transportá-lo até um aterro licenciado em Catanduva.

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O prefeito pensa em uma solução integrada para o problema do lixo e pretende estender esta discussão ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Grande, formado por 393 municípios dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, que integram o chamado CBH Grande, representado por 6 comitês estaduais paulistas e oito mineiros.

Para o presidente da CETESB, Fernando Rei, é importante que outros municípios, à exemplo de Olímpia, avancem nessa questão da destinação ou do aproveitamento dos resíduos gerados, buscando projetos alternativos e tecnologias modernas e sistemas adequados de disposição final. “É preciso olhar para o futuro e sermos mais eficientes para conciliarmos o desenvolvimento com a proteção ao meio ambiente”, disse.

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1 comentário

  1. sonia disse:

    que ótima noticia, economia para o município e melhor ainda para o planeta,

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