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Coordenador Estadual da Defesa Civil visita ponte destruída no Baguaçu. Novo sistema, galeria celular, custará R$ 120 mil

Publicado em 09 de setembro de 2010 às 16h06
Atualizado em 09 de setembro de 2010 às 16h10

DSC00716 * O sub-chefe da Casa Militar e coordenador estadual da Defesa Civil (CEDEC), coronel PM Luiz Massao Kita, prometeu na manhã desta quinta-feira (9) “não medir esforços” para que a ponte que interliga Ponte-Baguacu-09 o distrito de Baguaçu com a Usina Guarani, destruída pelas chuvas de janeiro deste ano, seja reconstruída. Porém, o sistema será outro: ‘galeria celular’, ao custo de R$ 120 mil aproximadamente, que agride bem menos o meio-ambiente.

Ponte-Baguacu-11

O coronel Kita (cujo posto na CEDEC equivale a de secretário de Estado) está na região para articular o Seminário Regional de Defesa Civil que será realizado em Olímpia, nos dias 15 e 16 (quarta e quinta da próxima semana), na Casa de Cultura (veja matéria neste Blog).

Ponte-Baguacu-03

O local foi visitado por Kita, acompanhado do coronel PM Mendonça (responsável pelo 33° BPM/I), capitão PM Zoppellari (comandante da 2ª Companhia de Olímpia), desenho-galeria-celular além do secretário de Obras Gilberto Tonelli Cunha, do engenheiro Renê (Prefeitura) e do assessor João Paulo Pitta Polisello, representando o prefeito Geninho Zuliani (DEM). A opção será por ‘galeria celular’, ao custo aproximado de R$ 120 mil (veja esquema ao lado e explicações técnicas abaixo).

Ponte-Baguacu-10

O QUE É A GALERIA CELULAR

A galeria celular, pretendida para o local em que a ponte do Baguaçu foi destruída pelas chuvas de janeiro deste ano, será constituída por tubos de seções retangulares ou quadradas, de diversas dimensões, destinadas para alturas de aterros inferiores a 10 metros.

galeriacelular

Sua base interna plana permite passagem ideal para gado, tratores e veículos. São indicados também para túneis, condutores subterrâneos, galerias de águas pluviais, canalização de córregos e galerias técnicas. São executadas em concreto armado, com junta rígida tipo macho e fêmea e projetos estruturais específicos para cada altura de aterro e carga acidental.

Todas as peças são produzidas dentro de um rígido padrão de qualidade, seguindo todas as recomendações da NBR 15.396. (Texto original do Blog do Concon®)

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