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Assistente social se recupera em casa após 17 dias na UTI e agradece a todos pelas orações

Publicado em 07 de fevereiro de 2012 às 0h01
Atualizado em 07 de fevereiro de 2012 às 0h02

A assistente social Patrícia Pelegatte, 25, após ter permanecido 17 dias internada em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Santa Casa de Misericórdia de Barretos, se recupera em casa. Ela sofreu um acidente de moto

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Para os pais – Maria Rosângela e Benedito de Jesus Pelegatte – “só mesmo Deus para trazê-la de volta após tanto sofrimento, incertezas, mas nunca sem perdermos a fé, tanto em Deus, quanto nos médicos e toda a equipe da Santa Casa de Barretos”.

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ACIDENTE

Patty, como é chamada por parentes e amigos, moradora do bairro Tropical 2, trafegava pela avenida Aurora Forti Neves sentido bairro Câmara Municipal ao Thermas, com a sua moto Honda Biz 125, placas ECI-6674, no último dia 18, quando chocou-se com a porta de passageiro do Voyage que descia a rua David de Oliveira, sentido centro ao bairro, placas ACB-3860, conduzido por Alberto Francisco Mendes, morador na Cohab 1 de Guaraci, comarca de Olímpia.

Ela sofreu fratura no fêmur da perna esquerda e fraturou o braço direito, além de ter tido traumatismo craniano. Uma tomografia computadorizada aliviou a família naqueles dias mais tensos: o coágulo tinha diminuído e, assim, não houve a necessidade de cirurgia em seu cérebro.

Porém, houve a necessidade de ter sido retirado o seu baço e foi realizada cirurgia no fêmur quebrado.

GRATIDÃO

Ela recebeu o Diário de Olímpia, com exclusividade, e foi logo agradecendo “à toda população, amigos e familiares que se envolveram na causa, ajudando com orações e tendo fé em Deus, não tenho palavras pra explicar o que sinto, é como se Deus tivesse me dado a oportunidade de nascer novamente, não me lembro de nada horas antes do acidente, só sei que hoje estou aqui, viva e com alguma missão pra cumprir".

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Parentes e amigos fazem visitas todos os dias. As amigas Aline Caputi e Jéssica Miranda fizeram questão de posar com a amiga para o Diário. "Estou muito feliz de verdade, terei de ficar 60 dias sem encostar o pé no chão, mas isso agora não importa, quero me recuperar com calma, não vejo a hora de voltar a trabalhar, ir à Igreja e ter uma rotina de vida normal, mas agradeço mais uma vez a todos que torceram por mim", completou a jovem.

A mãe, muito emocionada, disse que sempre acreditou e teve fé que a filha voltaria para casa, e mandou um recado para os motoristas em geral: "O que aconteceu com minha filha, mesmo ela não tendo culpa, sirva de lição a todos que conduzem esses tipos de veículos todos os dias, para que tenham cautela e sabedoria para andar".

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