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Guarani, Italcabos e Kimberlit movimentaram a balança comercial de Olímpia em 2011

Publicado em 17 de janeiro de 2012 às 17h36
Atualizado em 17 de janeiro de 2012 às 17h40

Olímpia é uma das cidades que se destacaram no aspecto de importações da balança comercial da região composta por 42 municípios, totalizando US$ 44,7 milhões em importações.

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É o que revelam os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), sinalizando que, mesmo com as importações quase dobrando, a balança comercial de 42 municípios da região Noroeste paulista fechou com superávit de US$ 2,32 bilhões (equivalentes a R$ 4,14 bilhões, ao câmbio comercial de ontem) no ano passado, o que representa uma alta de 8,3% em relação a 2010, quando fechou em US$ 2,14 bilhões.

Desse volume, US$ 43,1 milhões são de álcool etílico. Em seguida, aparecem partes de máquinas, com US$ 426,4 mil e outros tipos de polietilenos, com US$ 378 mil. Os maiores fornecedores são Estados Unidos, Itália e Alemanha. As maiores empresas importadoras são Guarani (US$ 43,2 milhões), Italcabos (US$ 1,3 milhão) e Kimberlit (US$ 189,9 mil).

O desempenho regional representa 7,7% do saldo da balança comercial nacional, que fechou o ano passado em US$ 29,79 bilhões. As exportações no País somaram US$ 256 bilhões e as importações totalizaram US$ 226 bilhões.

As exportações dos 42 municípios totalizaram US$ 2,59 bilhões no ano passado, o que representa uma alta de 13,7% na comparação com o volume de 2010, US$ 2,28 bilhões.

Os principais produtos regionais vendidos a países como Rússia, Bélgica e Belurus continuam sendo commodities, como carne bovina, suco de laranja e açúcar. Outros itens que estão na carteira são produtos ortopédicos, mel e mudas de plantas.

Bebedouro também se destaca nas importações, com US$ 43,4 milhões. Os maiores vendedores são Rússia (US$ 25,5 milhões), Canadá (US$ 8,8 milhões) e Belarus (US$ 3,3 milhões). As compras se concentram em produtos químicos, como cloretos de potássio (US$ 18,8 milhões), nitrato de amônio (US$ 18,7 milhões) e ureia (US$ 2,9 milhões). A maior importadora da cidade é a empresa Fertilizantes Heringer, com US$ 42,3 milhões. Em seguida, aparece a Agroindústria Coinbra-Frutesp, com US$ 335,3 mil, e a BTK Martelos Hidráulicos, com US$ 199,3 mil.

As importações totalizaram US$ 274,8 milhões no ano passado, contra US$ 140,9 milhões registradas no ano anterior, o que representa uma alta de 95% nesta comparação. Entre os produtos importados por empresas da região destacam-se partes para construção, máquinas e ferramentas e produtos químicos. (Diarioweb)

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